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terça-feira, 16 de junho de 2026

Guarda: Beat no Museu

 


B.Riddim e Maze dão corpo ao universo do Beat na Montanha Vol. 1, editado pelo Teatro Municipal da Guarda (TMG) em formato vinil e digital, “um arquivo vivo de memórias, vozes e experiências sem filtro.” Esta proposta musical está agendada para amanhã, 17 de junho, a partir das 21h30, no Pátio do Museu da Guarda.

Beat na Montanha, em formato Live AV Set, “nasce de encontros, vivências e processos criativos desenvolvidos em territórios educativos, comunitários e prisionais”, como foi referido a propósito deste espetáculo, com entrada livre.

Entre o Rap, o Spoken Word e as vibrações da cultura Bass, som e imagem fundem-se em tempo real através do vídeo reativo, criando uma experiência imersiva onde a resistência e a transformação ganham presença coletiva.

Esta iniciativa está integrada no programa do IX Simpósio Internacional de Arte Contemporânea (SIAC), organizado pela Câmara Municipal da Guarda / Museu da Guarda e que decorre até 19 de junho.


Observação de aves

 

No próximo dia 20 de junho, a Estrela, Reserva da Biosfera da UNESCO e Geopark Mundial da UNESCO, em parceria com o CERVAS - Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens, dinamizam mais uma atividade de Birdwatching no âmbito dos “Percursos da Biodiversidade”.


A localidade de Girabolhos, em Seia, vai servir de cenário para a observação e identificação das diferentes aves que habitam neste território.


Cabeço das Fráguas

 

O Cabeço das Fráguas, sítio arqueológico de grande importância, referente a um antigo local de culto a divindades lusitanas, datado do séc. V a.C., localiza-se junto da Quinta de S. Domingos, na zona este da freguesia de Benespera, no concelho da Guarda.

A altitude do cabeço é de 1015 metros; no seu topo existe um planalto onde estavam implantadas as edificações religiosas. Em todas as portelas existem vestígios de muralhas.


No topo encontra-se uma escavação arqueológica que prova a existência de algumas edificações lusitanas possivelmente destinadas ao culto.

A consubstanciar essa mesma ideia está a existência de uma das únicas inscrições em língua lusitana escrita com caracteres latinos. Nas imediações do cabeço foram encontradas 20 aras religiosas contemporâneas dos lusitanos, o que se reveste da maior importância já que, por comparação, em toda a província vizinha de Salamanca, Espanha, apenas existem 18 aras.