"Num panorama musical português frequentemente dominado por modas passageiras, Beat na Montanha destaca-se pela sua proposta crua e inclusiva (...)"
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"Num panorama musical português frequentemente dominado por modas passageiras, Beat na Montanha destaca-se pela sua proposta crua e inclusiva (...)"
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B.Riddim e Maze dão corpo ao universo
do Beat na Montanha Vol. 1, editado pelo Teatro Municipal da Guarda (TMG) em
formato vinil e digital, “um arquivo vivo de memórias, vozes e experiências sem
filtro.” Esta proposta musical está agendada para amanhã, 17 de junho, a partir
das 21h30, no Pátio do Museu da Guarda.
Beat na Montanha, em formato Live AV
Set, “nasce de encontros, vivências e processos criativos desenvolvidos em
territórios educativos, comunitários e prisionais”, como foi referido a propósito
deste espetáculo, com entrada livre.
Entre o Rap, o Spoken Word e as
vibrações da cultura Bass, som e imagem fundem-se em tempo real através do
vídeo reativo, criando uma experiência imersiva onde a resistência e a
transformação ganham presença coletiva.
Esta iniciativa está integrada no programa
do IX Simpósio Internacional de Arte Contemporânea (SIAC), organizado pela
Câmara Municipal da Guarda / Museu da Guarda e que decorre até 19 de junho.
No Café-Concerto do Teatro Municipal da Guarda foi apresentado na passada sexta-feira, 17 de abril, o “Beat na Montanha Vol. 1” em formato vinil e digital, editado pelo TMG.
Este trabalho nasceu de processos criativos desenvolvidos em contextos educativos, comunitários e prisionais, reunindo rap e cultura bass como ferramentas de expressão coletiva. Com produção de B.Riddim (Luís Fidalgo Sequeira) e participação especial de Maze (Dealema), o álbum dá voz a histórias reais onde cada música é um encontro de talento, expressão, transformação e comunicação coletiva.
Beat na Montanha é um projeto de inclusão social através da arte onde música e palavra se encontram para dar a conhecer vozes que por norma não são ouvidas. “Une crianças, jovens e comunidades vulneráveis num encontro de criatividade, expressão e liberdade de movimento. Cada nota, cada verso, cada imagem é um gesto de inclusão, esperança e transformação”, aliado à sensibilidade artística de cada um.
“O Beat na Montanha aposta fortemente na inclusão social, não apenas como ação artística, mas como espaço de integração, comunidade, expressão de identidade, reconhecimento da diversidade e oportunidades iguais de participação criativa”, referiu Luís Fidalgo Sequeira.
Para ele, “a arte surge como ferramenta de transformação onde a música, a escrita, o som ou a imagem são vistos como meio de conectar diferentes pessoas, dar voz a quem normalmente não teria visibilidade, fomentando a autoestima, comunicação e empatia.”
Por outro lado, acrescentou, o Beat na Montanha “incentiva a descoberta de talento e expressão pessoal, oferecendo meios para que os participantes explorem diversas aptidões (ritmo, voz, imagem, vídeo, composição, escrita), e aprendam técnicas artísticas, colaborando e comunicando coletivamente. Insere grupos vulneráveis ou marginalizados (crianças em instituições sociais; reclusos) num contexto de criação artística coletiva e de valorização com a restante comunidade.”
Ao envolver escolas, instituições sociais e prisões, o Beat na Montanha demonstra que a arte, especialmente música e cultura urbana –onde neste projeto se destaca a sonoridade Hip-Hop – pode ser uma ponte entre realidades distintas e gerar laços comunitários, empatia, reconciliação e inclusão social.
Inclui ainda vertentes audiovisuais, design e ferramentas multimédia, ajudando a desenvolver competências técnicas e criativas nos participantes, algo que pode ter impacto educativo, cultural e até profissional no futuro dessas pessoas.
O vinil está já pode ser adquirido.
No Café-Concerto do Teatro Municipal
da Guarda vai ser apresentado na próxima sexta-feira, 17 de abril, o “Beat na
Montanha Vol. 1” em formato vinil e digital, editado pelo TMG.
Este trabalho nasce de processos
criativos desenvolvidos em contextos educativos, comunitários e prisionais,
reunindo rap e cultura bass como ferramentas de expressão coletiva. Com
produção de B.Riddim (Luís Fidalgo Sequeira) e participação especial de Maze
(Dealema), o álbum dá voz a histórias reais onde cada música é um encontro de
talento, expressão, transformação e comunicação coletiva.
Beat na Montanha é um projeto de
inclusão social através da arte onde música e palavra se encontram para dar a
conhecer vozes que por norma não são ouvidas. “Une crianças, jovens e comunidades
vulneráveis num encontro de criatividade, expressão e liberdade de movimento.
Cada nota, cada verso, cada imagem é um gesto de inclusão, esperança e
transformação”, aliado à sensibilidade artística de cada um.
“O Beat na Montanha aposta fortemente
na inclusão social, não apenas como ação artística, mas como espaço de
integração, comunidade, expressão de identidade, reconhecimento da diversidade
e oportunidades iguais de participação criativa”, referiu Luís Fidalgo
Sequeira.
Para ele, “a arte surge como
ferramenta de transformação onde a música, a escrita, o som ou a imagem são
vistos como meio de conectar diferentes pessoas, dar voz a quem normalmente não
teria visibilidade, fomentando a autoestima, comunicação e empatia.”
Por outro lado, acrescenta, o Beat na
Montanha “incentiva a descoberta de talento e expressão pessoal, oferecendo
meios para que os participantes explorem diversas aptidões (ritmo, voz, imagem,
vídeo, composição, escrita), e aprendam técnicas artísticas, colaborando e
comunicando coletivamente. Insere grupos vulneráveis ou marginalizados
(crianças em instituições sociais; reclusos) num contexto de criação artística
coletiva e de valorização com a restante comunidade.”
Ao envolver escolas, instituições
sociais e prisões, o Beat na Montanha demonstra que a arte, especialmente
música e cultura urbana –onde neste projeto se destaca a sonoridade Hip-Hop –
pode ser uma ponte entre realidades distintas e gerar laços comunitários,
empatia, reconciliação e inclusão social.
Inclui ainda vertentes audiovisuais,
design e ferramentas multimédia, ajudando a desenvolver competências técnicas e
criativas nos participantes, algo que pode ter impacto educativo, cultural e
até profissional no futuro dessas pessoas.
Como se referiu, a apresentação do
Beat na Montanha Vol. 1 (LP) terá lugar no Café Concerto do Teatro Municipal da
Guarda, no dia 17 de abril, pelas 18 horas, com entrada livre.
“Ciganitos” é o segundo single do
primeiro álbum do projeto Beat na Montanha, editado pelo Teatro Municipal da Guarda
(TMG) em formatos vinil e digital. Interpretado por mulheres de etnia cigana, o
tema dá voz a experiências frequentemente inviabilizadas, refletindo de forma
honesta a relação com a comunidade, a família e os contextos sociais que marcam
as suas vidas.
O videoclip propõe uma representação
digna, humana e sensível destas mulheres, valorizando a sua identidade, cultura
e resiliência e tornando visível uma realidade raramente escutada: a voz
feminina cigana em contexto de reclusão.
Filmado numa pequena sala no
Estabelecimento Prisional do Mondego, com a participação de três das dez
reclusas envolvidas na segunda temporada do Beat na Montanha, o vídeo
transforma esse espaço num cenário simbólico, onde a simplicidade visual centra
toda a atenção nas intérpretes e na força da narrativa que transportam.
Pode ouvir aqui.