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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

CEI promove exposições de fotografia

 

O Centro de Estudos Ibéricos (CEI) vai assinalar o Dia Mundial da Fotografia, que se comemora a 19 de agosto, com duas exposições, destacando o poder da imagem como a única linguagem capaz de atravessar fronteiras sem precisar de tradução.

Na Sala Tempo e Poesia da Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço estará patente até 19 de setembro uma mostra fotográfica com imagens premiadas nas várias edições do concurso Transversalidades – Fotografias sem fronteiras. Iniciado em 2011 por iniciativa do CEI, o projeto tem o objetivo de, através da imagem, promover cooperação entre pessoas e instituições, bem como a inclusão de territórios, sobretudo os mais votados a processos de exclusão ou esquecidos pelos media, que deixam em branco uma grande área do planeta. O concurso tem contado com a participação de fotógrafos de várias partes do mundo.

No mesmo dia, a 19 de agosto, será ainda inaugurada no Café Concerto do Teatro Municipal da Guarda (TMG), pelas 18h00, a exposição “Olhares…a propósito do Dia Mundial da Fotografia”, com fotografias de autores da Guarda.


A fotografia, na expressão de Sebastião Salgado, “é uma escrita tão forte porque pode ser lida em todo o mundo sem tradução”. É essa escrita que o CEI pretende apresentar ao público, através de diferentes olhares de pessoas que, como amadores ou profissionais, estão ligados à fotografia, nos vários tipos e abordagens.

As iniciativas decorrem no âmbito das comemorações dos 25 anos do Centro de Estudos Ibéricos.


"Mudar de Vida" em Famalicão da Serra

 


No anfiteatro exterior do Centro Cultural de Famalicão da Serra vai ser exibida hoje a película “Mudar a Vida”, de Paulo Rocha, no âmbito do Ciclo ao Largo - Cinema nas Aldeias.

Trata-se de uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal e do Cineclube da Guarda e terá lugar a partir das 21 horas.

O filme fala de uma praia de pescadores, o mar que a pouco e pouco vai conquistando a terra. A luta do homem com o mar e sobretudo a luta entre a tradição e o progresso. No centro do drama estão as relações sentimentais, difíceis e quase absurdas que unem um pescador, Adelino, de regresso da guerra de África e duas mulheres, Júlia, uma mulher do mar (à moda antiga), e Albertina, uma operária misteriosa e selvagem. Voltando do Ultramar, Adelino encontra Júlia, a sua antiga namorada, casada com o seu irmão. O drama surge … Albertina, a operária, desafia-o a partir, a mudar de vida.