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sábado, 22 de agosto de 2026

Judiciária da Guarda identificou menor suspeito de prática de incêndios

 

Inspetores do Departamento de Investigação Criminal da Guarda da Polícia Judiciária, com a colaboração do Núcleo de Proteção do Ambiente (NPA) da GNR de Gouveia, procederam, ontem, à identificação de um menor, de 14 anos, suspeito da prática de dois incêndios florestais ocorridos no passado dia 18 de agosto, em Paranhos da Beira – Seia.


Os incêndios terão sido provocados com recurso a chama direta, sem motivação aparente, junto a um caminho rural com povoamento habitacional disperso.

O menor ateou o restolho que ladeava o referido caminho, em dois momentos distintos, um de manhã e outro ao final do dia. O primeiro dos focos de incêndio, o da manhã, autoextinguiu-se, enquanto que o da tarde foi contido pela pronta intervenção dos populares até à chegada dos Bombeiros Voluntários de Seia que o extinguiram, razão pela qual não assumiu dimensões significativas.

O Inquérito é titulado pelo Juízo de Competência Genérica de Seia com competência sobre menores.

A PJ da Guarda, em estreita articulação com o Grupo de Trabalho para a Redução de Ignições em Espaço Rural – Centro Interior (GTRI Centro Interior – constituído por elementos da GNR, ICNF e PJ) e com a colaboração do Núcleo de Proteção do Ambiente (NPA) da GNR de Pinhel – Comando Territorial da Guarda, deteve fora de flagrante delito, o presumível autor de dois incêndios rurais ocorridos nos dias 12 e 20 de agosto, em Horta do Douro – Vila Nova de Foz Côa.

Os focos de incêndio foram colocados através de chama direta em povoamentos de giestal, mato, eucaliptos, azinheiras e espécies invasoras (Ailanthus) em horas com temperatura muito elevada, vento cruzado e baixa humidade, valendo a pronta intervenção dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Foz Côa, apoiados por outras Corporações e Populares para debelar e extinguir os incêndios em causa, razão pela qual não assumiram grande relevo e perigo para o povoado habitacional ladeando a estrada municipal que serve a área geográfica em questão.

O detido, um homem de 55 anos, agiu sem motivação aparente, tendo um historial recente de abuso do álcool, justificando as ações com a limpeza do mato que ladeava a sua habitação, propriedades rurais de terceiros.

Foi presente a primeiro interrogatório judicial e ficou sujeito a prisão preventiva e tratamento compulsivo ao alcoolismo.


domingo, 16 de agosto de 2026

Presumível incendiário detido pela PJ

 


O Departamento de Investigação Criminal (DIC) da Guarda da Polícia Judiciária em estreita articulação com o Grupo de Trabalho para a Redução de Ignições em Espaço Rural – Centro Interior (GTRI Centro Interior – constituído por elementos da GNR, ICNF e PJ), deteve, na madrugada de hoje, fora de flagrante delito, o presumível autor de um incêndio florestal em Vila Boa, Sabugal.

No âmbito das diligências desenvolvidas a PJ contou ainda com importante colaboração dos Militares da GNR do Posto Territorial do Sabugal – Comando Territorial da Guarda – e dos Bombeiros Voluntários do Soito.

O incêndio teve início cerca das 20h30 do dia 14 de agosto, tendo o suspeito efetuado a sua ignição com recurso a sobrantes de podas de vegetação que acumulou dentro de uma levada de água completamente seca, tendo propagação sido lenta.

Seguidamente, através de chama direta, deu início a uma segunda ignição com o potencial de carbonizar uma grande extensão de terreno, povoado por freixos e carvalhos adultos (um ecossistema maduro e com grande biodiversidade), não tendo tal ocorrido em virtude da pronta intervenção da Corporação de Bombeiros mencionada, auxiliada por vários populares.

Foram imediatamente mobilizadas várias equipas da PJ, que, juntamente com o GTRI Centro Interior, efetuaram a recolha e consolidação de elementos de prova, o que permitiu levar à detenção do suspeito, que assumiu a autoria do incêndio, encontrando-se a colaborar com a investigação.

O detido, um homem com 52 anos, foi presente a primeiro Interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de prisão preventiva. O Inquérito é titulado pelo DIAP da Guarda.

 

domingo, 26 de julho de 2026

Judiciária da Guarda deteve presumível incendiário

 

Inspetores do Departamento de Investigação Criminal da Guarda da Polícia Judiciária detiveram, no dia de ontem, fora de flagrante delito, o presumível autor de um incêndio rural ocorrido no passado dia 19 de julho, no interior da povoação de São Paio – Seia.

Esta detenção surge na sequência de diligências realizadas conjuntamente com o Grupo de Trabalho para a Redução de Ignições em Espaço Rural – Centro Interior (GTRI Centro Interior – constituído por elementos da GNR, ICNF e PJ) e em estreita colaboração com o Núcleo de Proteção do Ambiente (NPA) da GNR de Gouveia-

Face aos factos, foram constituídas diversas equipas, integradas por elementos da PJ e do GTRI Centro Interior, que levaram a cabo a recolha de elementos de prova, concluindo-se assim pela forte indiciação do suspeito como autor do incêndio.

O detido, um homem de 56 anos, terá ateado o fogo com recurso a chama direta, num dos arruamentos da povoação, local que dada a sua orografia, potenciava a expansão do fogo, pela continuidade das habitações com a vegetação e terrenos agrícolas, pondo desta forma em perigo bens materiais de elevado valor, assim como as vidas dos habitantes e de animais.

O presumível autor atuou sem móbil comprovado, aparentemente por “incendiarismo” num quadro de provável alcoolismo. Refira-se que conforme informação do IPMA, à data o risco de incêndio era Muito Elevado.

O incêndio não assumiu maiores proporções em virtude da sua deteção precoce por parte dos populares residentes nas imediações, com o pronto alerta e eficaz intervenção dos bombeiros, apoiados por um meio aéreo.

Não fosse tal facto, a progressão do referido incêndio poderia ter colocado em perigo as habitações próximas e seus habitantes, bem como vastas manchas florestais e área agrícola. O detido, foi presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação, tendo ficado sujeito a prisão preventiva.

O Inquérito é titulado pelo DIAP da Guarda.