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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

PJ da Guarda detém suspeito de tentativas de homicídio

 

A Polícia Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal da Guarda, em estreita articulação com o DIAP de Castelo Branco, deteve, ontem, um homem suspeito da autoria de dois crimes de homicídio qualificado na forma tentada, cometidos a 15 de dezembro do ano passado, na Covilhã.

O agressor, com 37 anos, foi convidado a afastar-se das portas de um bar que tinha acabado de frequentar nessa noite, por estar a consumir estupefacientes.

Nessa altura, tentou esfaquear o proprietário do estabelecimento, que acabou por não ser atingido dado ter conseguido fugir. Todavia, acabou por deliberadamente atingir um outro cliente que interveio, ferindo-o profundamente no pescoço e causando-lhe perigo para a vida.


O suspeito foi localizado com a colaboração da PSP da Covilhã.

O detido foi presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação das adequadas medidas de coação. O inquérito é titulado pelo DIAP de Castelo Branco.


CCG: Pela Guarda, pela cultura


 Pela Guarda, pela Arte, pela Cultura” é o lema do Centro Cultural da Guarda. Esta instituição bem merece o nosso aplauso, pela sua historial, pelo seu contributo na promoção da cultura e da Guarda, pelo exemplo de determinação dos seus sucessivos dirigentes.



    Recorde-se – e como já tínhamos escrito numa publicação editada a propósito da passagem do 50º aniversário – que na primeira metade do século XX o panorama cultural desta cidade passou por distintas fases, nalgumas das quais se evidenciaram o teatro e a música; nesta última área evidenciaram-se os Orfeões Egitaniense e o Egitânia, bem como a Banda do Regimento de Infantaria 12 que animava as tardes de domingo na Praça Velha e, depois, no jardim José de Lemos, conhecido por Campo.

    Em 1956 nasceu uma delegação do Movimento Pró-Arte (organização lisboeta dedicada, essencialmente, à música) que despertou muito interesse nos meios intelectuais, propondo-se oferecer música de qualidade. O Montepio Egitaniense acolheu esta delegação, tendo sido criado um curso de música, destinado a todos os interessados. Começou, então, a germinar a ideia de uma nova estrutura vocacionada para a cultura. Como foi realçado, “a criação do Centro Cultural da Guarda foi um sonho lindo, tornado realidade por um grupo de guardenses apaixonados pela música, presididos e orientados pelo Dr. Mendes Fernandes e galvanizados pelo entusiasmo e persistência do Dr. Virgílio de Carvalho”.

    Foi este grupo que, sensibilizando a direção do Montepio Egitaniense, passou a dispor de um salão onde promoveu audições musicais, abertas ao público, empenhando-se, igualmente, no desenvolvimento de uma ação formativa. A atividade da delegação da Pró-Arte não teve a continuidade desejada e surgiram alguns interregnos. Após um período de alguma estagnação, em termos de atividade, os dinamizadores do referido núcleo cultural concluíram, definitivamente, pela necessidade de uma instituição que funcionasse como plataforma impulsionadora de projetos e incrementasse a formação musical. O Dr. Virgílio de Carvalho presidiu à Comissão Promotora do Centro Cultural.

    Os estatutos do Centro Cultural da Guarda foram apresentados, para a devida aprovação ministerial, em 17 de Novembro de 1962, efeméride que lembramos hoje.

    A história do Centro Cultural é o somatório da ação e empenho de muitas personalidades e outrossim dos contributos dos seus associados, em especial aqueles que intervieram, ativa e diretamente, nas atividades das várias secções.

    A identidade do Centro Cultural da Guarda tem sido, ao longo destes 53 anos, preservada e suportada pelas pedras basilares do lema que o CCG adotou desde o seu nascimento. O percurso desta instituição assenta, assim, numa convergência de esforços mas muito deve a personalidades que, com a sua cultura, saber, entusiamo e capacidade de realização souberam manter e revitalizar um projeto de grande alcance cultural e social; tiveram uma consciência clara das dificuldades mas não desistiram nem perderam a esperança.

    “Não é por as coisas serem difíceis que não temos ousadia. É por não termos ousadia que as coisas são difíceis”, como disse Séneca.


Helder Sequeira

Memórias citadinas...




Guarda, Praça Luís de Camões (Praça Velha). Década de 80

Recordar Carolina Beatriz Ângelo...


Fundadora da Associação da Propaganda Feminina, Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher a exercer, em Portugal, o direito de voto, posicionando-se também num lugar de destaque no quadro europeu, ao nível da intervenção cívica.

Nascida na Guarda, a 20 de Maio de 1877, aqui frequentou o Liceu, a partir de 1891, antes de rumar para Lisboa onde estudou na Escola Politécnica e, dois anos depois, na Escola Médico-Cirúrgica, concluindo o curso de Medicina em 1902. Nesse mesmo ano casou com o médico Januário Barreto, natural de Aldeia do Souto (Covilhã).

Carolina Beatriz Ângelo, para além do facto que a tem envolvido em singularidade e distinção, é conhecida igualmente por ter sido a primeira mulher portuguesa a desenvolver atividade cirúrgica, no Hospital de São José, em Lisboa; naquela cidade teve consultório na Rua do Almada.

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Tendo abraçado desde cedo a causa feminista, onde pontuaram nomes como Maria do Carmo Lopes, Adelaide Cabete, Ana de Castro Osório e Domitila de Carvalho, entre outras, Carolina Ângelo viria a aderir à Maçonaria; fundadora, e elemento ativo, da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas afastou-se, por divergência de princípios com outras dirigentes, e empenhou-se na criação da Associação de Propaganda Feminista, a que, aliás, presidiu.

Foi um período de grande envolvimento na reivindicação do sufrágio feminino e na exigência do reconhecimento dos direitos das mulheres. Em 1911, no mês de Fevereiro, subscreve, juntamente com outras destacadas figuras feministas, um documento – entregue a Teófilo Braga – em que solicita o direito de voto para a mulher, com reconhecida independência económica. Recorde-se que a primeira lei eleitoral da República Portuguesa condicionava o direito de voto aos cidadãos “com mais de 21 anos, que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família”.

Em Tribunal argumentou, em favor do exercício do seu direito de voto, com o facto de ser viúva (o marido falecera em Junho de 1910) e “chefe de família”. Em 28 de Abril de 1911, o juiz João Baptista de Castro, considerando que excluir a mulher “é simplesmente absurdo e iníquo e em oposição com as próprias ideias da democracia e da justiça proclamada pelo partido republicano”, sentenciou que “a reclamante seja incluída no recenseamento eleitoral em preparação no lugar e com os requisitos precisos”.

Nesse mesmo ano, a 28 de Maio, e nas eleições para a Assembleia Constituinte, protagonizou o primeiro voto por parte da mulher portuguesa; ato que teve lugar na assembleia eleitoral de S. Jorge de Arroios (Lisboa).

Quando do seu papel de liderança e da sua combatividade em prol dos ideais feministas e republicanos muito havia a esperar, a notícia da morte – a 3 de Outubro de 1911 – de Carolina Ângelo colheu de surpresa mais diversos meios políticos, intelectuais e sociais.

Como escreveu Antonieta Garcia, no seu excelente trabalho “Carolina Beatriz Ângelo – Guarda(Dora) da Liberdade”, a médica guardense “na luta pelo direito ao sufrágio, pela educação feminina, pela emancipação, ergueu a voz, envolveu-se na regeneração do país, na utopia republicana”. Afirmando-se como “mulher de um tempo em devir, moderna, audaz, com talento, com coragem, sabedoria, intuiu que o feminismo não podia ter pressa mas, tacitamente, interveio cultural e politicamente nas res publica, abraçando a causa da igualdade entre os géneros”.

Pioneira do sufrágio feminino, em Portugal, o nome de Carolina Beatriz Ângelo faz parte da toponímia da Guarda e de outros centros urbanos, como Lisboa, Porto, Tavira ou Almada, e foi atribuído também à unidade hospitalar de Loures/Odivelas. A Guarda, contudo, é indissociável desta personalidade que “internacionalizou o feminismo português”.

 A toponímia guardense tem registado o seu nome numa das ruas da zona outrora pertencente à Quinta do Pinheiro. 


Helder Sequeira

 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Rádio e IA: um debate necessário

 

O Dia Mundial do Rádio foi assinalado na passada sexta-feira, 13 de fevereiro; uma comemoração instituída em 2011 pelos estados-membros da UNESCO, data que foi validada, no ano seguinte, pela Assembleia Geral das Nações Unidas.

Em 2026 o Dia Mundial do Rádio, subordinado ao tema “Rádio e Inteligência Artificial”, teve como objetivo fomentar o debate sobre como a tecnologia baseada em IA está a modificar a produção, a distribuição e o consumo dos conteúdos radiofónicos, mas alertando também para a importância da salvaguarda da ética, da acessibilidade, da criatividade e da confiança dos ouvintes.

Para a UNESCO, a inteligência artificial deve ser encarada como uma ferramenta de apoio ao rádio; aliás, como já anotámos noutras ocasiões, a IA apresenta novos caminhos para mais eficiência e, outrossim, múltiplas vantagens ao nível da melhoria da programação e interação com os ouvintes.

Naturalmente que um dos grandes contributos da inteligência artificial é dado ao nível da automação das emissões radiofónicas, apresentando-se como eminente suporte para produção de notícias, definição da sequência musical e de um conteúdo programático convidativo e diferenciado. Através de algoritmos e modelos automatizados a IA tem a capacidade de proceder à análise de uma enorme quantidade de informação, identificando padrões e desencadeando, consequentemente, procedimentos adequados.

Por outro lado, o acompanhamento constante das atualizações e publicações nas redes sociais pode ser efetuado de uma forma rápida, detetando tendências e assinalando notícias e temáticas que podem interessar aos ouvintes, despertando, consequentemente, uma maior atenção da sua parte.

Através de software adequado podem ser produzidas mensagens para as redes sociais assim como conteúdos destinados a plataformas digitais que ampliam o trabalho da estação emissora. Como escreveu Cristiano Stuani, a IA “pode utilizar-se para produzir textos e conteúdos para as redes sociais, personalizar anúncios e analisar dados de audiência, ampliando o alcance da marca e oferecendo publicidade mais relevante e efetiva para os anunciantes”.

O debate em torno das implicações da inteligência artificial no meio rádio é atual e necessário, bem como a necessidade de um melhor conhecimento da diversidade de aplicações disponíveis; ao nível da automação, utilização de voz, criação de cópias de conteúdos, novas fórmulas de atração de ouvintes. Acresce a análise e clarificação das questões éticas, do impacto no emprego, da salvaguarda de direitos de autor e direitos conexos, da distinção de vozes criadas pela Inteligência Artificial. Assim a escolha desta temática, pela UNESCO, para ser debatida no Dia Mundial do Rádio, fez todo o sentido, deixando uma pertinente proposta de reflexão.


 

Na área da indústria de equipamentos para radiodifusão não tem faltado quem argumente que o uso abusivo da inteligência artificial poderá criar situações indesejáveis; para outros ajudará a personalizar os conteúdos das emissões de rádio, a automatizar tarefas repetitivas e a melhorar a qualidade geral da programação. Sustentam, ainda, que a inteligência artificial pode viabilizar economia de tempo para as emissoras, ao assegurar conteúdos para os períodos da noite e madrugada, criando rapidamente podcasts e outros materiais de áudio online para sites.

A utilização da inteligência artificial em novos equipamentos, produtos, serviços e inovações abre, assim, uma discussão ao nível político e ético, entre outras esferas de intervenção; vários especialistas, nesta matéria, fizeram já notar a existência de questões legais sobre os direitos de propriedade e autoria de conteúdos criado por inteligência artificial; alertando também para a clarificação da forma como as emissoras podem proteger, legalmente, os conteúdos próprios.

De facto, a discussão sobre a importância, vantagens e perigos da inteligência artificial deve prender a nossa atenção; não podemos olvidar que a humanização do Rádio é fundamental e as pessoas não podem ser afastadas do processo evolutivo deste meio de comunicação.

A tecnologia pode também contribuir para uma melhor compreensão das audiências, personalizando a experiência dos ouvintes e valorizando os arquivos sonoros; um exemplo elucidativo pode ser a recente sessão de escuta “E temos o Povo”, que decorreu nos estúdios da Rádio Altitude. Tratou-se de uma audição dos sons da primeira montagem radiofónica do 25 de abril, realizada por Pedro Laranjeira, Paulo Coelho e Adelino Gomes.

À margem desta sessão, e quando o questionado sobre se a IA pode ser um perigo para o Rádio, Adelino Gomes dizia-nos que “a inteligência artificial pode ser um perigo para todos nós, não é só para o jornalismo, é para todo o cidadão”, acrescentando haver esperança, “porque afinal todas as mudanças ao longo da história das civilizações foram mudanças que primeiro foram recebidas com muita precaução e até com medo, mas a humanidade, certas pessoas, conseguiram encontrar nelas a forma, o segredo de transformar aquilo que pode ser mau em coisas boas”. Daí chamar a atenção para a prevalência de “um sentido crítico, como sempre tivemos”, tanto mais que “nas redes sociais, os preguiçosos estão a fazer com que nós nademos no mar de falsas notícias. São os preguiçosos”.

E neste contexto de novas tecnologias e afirmação da IA, é interessante anotar que a rádio está a renascer, a reinventar-se. “Os mais jovens, muitos já não vêm televisão, ouvem podcast e ouvem rádio. Acho que por muitos céticos que tínhamos sido sobre o fim da era da rádio, a verdade é que há um renascimento nesse sentido”, comentava-nos Maria Inácia Rezola, Comissária Executiva das Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, data que ficou indelevelmente marcada na história da radiodifusão em Portugal.

O Rádio, apesar dos múltiplos condicionalismos, continua a ter futuro; onde a IA terá uma presença cada vez mais consolidada, mas a voz, a empatia, a humanização e a essência deste meio devem continuar a orientar as emissões radiofónicas.

 

Hélder Sequeira

in O Interior 18|02|2026

Sessão Científica de Saúde Pública

 

A XII Edição da Sessão Científica de Saúde Pública dos Internos do Centro (SPiC) terá lugar no próximo dia 23 de fevereiro de 2026, na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, reunindo profissionais, internos e especialistas para debater os principais desafios e respostas na área da Saúde Pública.


Organizada pela Comissão de Médicos Internos da Zona Centro e pelo Internato de Saúde Pública da ULSG, esta iniciativa anual afirma-se como um espaço privilegiado de partilha científica, reflexão crítica e promoção de boas práticas em saúde pública. O programa tem início às 09h00, com a abertura do secretariado, seguindo-se a Sessão de Abertura. Ao longo da manhã decorrerá uma Mesa Redonda dedicada aos Desafios das Unidades de Saúde, com diferentes perspetivas institucionais, incluindo a Delegação Regional do Centro da Direção-Geral da Saúde, o Conselho de Administração da ULS e a Unidade de Saúde Pública.

Após um momento de pausa para café, terá lugar uma segunda Mesa Redonda subordinada ao tema “Intervenção e Respostas em Saúde”, onde serão abordadas áreas como a Saúde Ambiental e as iniciativas de parceiros na resposta local. Da parte da tarde, destaca-se a Apresentação de Trabalhos Científicos, permitindo aos médicos internos partilhar projetos, investigações e experiências desenvolvidas no âmbito do Internato de Saúde Pública.

A SPiC constitui uma oportunidade de valorização do trabalho científico desenvolvido pelos internos e reforça o compromisso das instituições envolvidas com a formação, a inovação e a melhoria contínua em Saúde Pública.


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Francisco de Pina: um guardense ilustre


Na galeria de personalidades ilustres da Guarda há nomes que não têm tido a visibilidade merecida e continuam desconhecidas para muitos.

É o caso do jesuíta Francisco de Pina, “personalidade central de um notável encontro de línguas e de culturas no distante Oriente, no longínquo século XVII”, a quem o Dr. António Salvado Morgado – de quem são as palavras atrás transcritas – tem vindo a dedicar (há vários anos) particular atenção, estudando a sua vida e obra, afirmando um louvável empenho na sua divulgação.

Na revista “Praça Velha” (nº 41) António Salvado Morgado publicou um oportuno e elucidativo artigo intitulado “Francisco de Pina, revisitado”.

Francisco de Pina - missionário .png

Através de um excelente texto, documentalmente bem suportado, apresenta-nos este missionário guardense. Como sublinha, este “jesuíta, português, missionário e linguista” contribuiu para que a Guarda esteja perenemente ligada à história do atual Vietname, que adotou o alfabeto latino.

Um facto que fica a dever-se, especialmente, ao labor de Francisco de Pina, o qual aprendeu  no século XVII a língua local (o anamita) estudando-a pormenorizadamente e, consequentemente, avançando com a sua romanização.

Convém notar que os padres a quem era incumbida a missão evangelizadora tiveram, desde logo, a perceção de que esse trabalho, para ser eficaz, teria de passar pela utilização das línguas nativas, evoluindo para a elaboração de gramáticas e dicionários.

António Salvado Morgado, na publicação atrás mencionada, refere que graças ao missionário português e “a outros que continuaram o caminho que ele traçou, o presente do passado não é só memória. Com ele o presente do passado é realidade viva nas letras e signos linguísticos com que se exprime um povo de milhões de pessoas, o Quôc ngû, a língua nacional do Vietname. E isso é presente”.

Francisco de Pina terá nascido entre março e setembro de 1586, falecendo em 15 de dezembro de 1625, com 40 anos, e quando muito havia a esperar do seu saber e trabalho. “Esquecido pela História, ele tem andado desaparecido por detrás da obra iniciada por ele há mais de quatro séculos e que culminou há mais de um século na língua oficial do Vietname (…)”, escreveu António Salvado Morgado.

O Japão terá sido o destino inicial de Francisco de Pina, mas as perseguições que eram movidas aos cristãos alteraram os seus planos e fixou-se na Cochinchina, em 1617, depois de ter estado alguns anos em Macau.

De referir que este jesuíta esteve em destaque no seminário “Testemunhos de Amizade entre Portugal e o Vietname desde o Século XVII”, realizado em Lisboa há alguns anos, numa organizado da Sociedade Portuguesa de Geografia e pela NamPor – Associação de Amizade Portugal-Vietname.

Assim, a Guarda deverá honrar a memória deste seu filho ilustre, apoiando os estudos e iniciativas que viabilizem um melhor conhecimento da sua dimensão como português, religioso e linguista; proporcionando o “reencontro do mestre de língua com a História. História do Vietname e de Portugal e da Guarda”, como defendeu  António Morgado

 

Hélder Sequeira