O perfil do incendiário florestal
2025, desenvolvido pelo gabinete de Psicologia de Polícia e Intervenção
Especializada do Instituto de Polícia Judiciária e Ciências Criminais (IPJCC),
foi apresentado pela responsável na matéria, Cristina Soeiro, no Departamento
de Investigação Criminal da Guarda da PJ.
Já a viver um período quente,
propício a várias ocorrências, a Polícia Judiciária sublinha que “é necessário
continuar a formar os melhores profissionais.”
Por outro lado, a PJ refere que a
maioria dos incêndios florestais registados no país têm origem na ação humana
de natureza acidental/negligente.
“O comportamento criminal é um
fenómeno multifatorial, que resulta da interação entre predisposições
individuais e condições externas.
No que aos incêndios florestais diz
respeito, há especificidades e um estudo exaustivo que merecem ser partilhados
de viva-voz.” Salienta uma publicação da Polícia Judiciária.
“Pretende-se que, deste conhecimento
partilhado, haja maior prevenção e intervenção especializada”.

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