O novo Plano Diretor Municipal (PDM)
da Guarda entra hoje em vigor, publicada que foi, ontem em Diário da República,
a delimitação da Reserva Ecológica Nacional do concelho
A partir de agora estão definidas as
novas regras e orientações a que devem obedecer as ações de ocupação, uso e
transformação do solo na área de intervenção do PDM.
Com este novo Plano foi quadruplicada
a área para as empresas, através de cerca de 1000 hectares preparados para a
indústria, a logística e a tecnologia. Em reserva, e segundo divulgou a
autarquia guardense, estão já 600 hectares.
O novo Plano Diretor contribui para a
concretização da estratégia de desenvolvimento territorial que prossegue a
visão de “afirmar a Guarda como um território qualificado e com a qualidade de
vida que promove a fixação da população”.
Por outro lado, com a entrada em
vigor deste novo Plano será balizado “um desenvolvimento económico sustentável,
reforçando a sua base económica e atratividade turística com base na
valorização da sua localização”, que não esquecerá o “seu património natural,
paisagístico e cultural”.
Como se pode ler no texto do
documento, afirmar a Guarda como centro urbano de referência no contexto
regional e nacional é um dos objetivos estratégicos sublinhado no Plano Diretor
Municipal.
O novo PDM articula-se com o
propósito de consolidar a Guarda como “um importante nó da cadeia logística
nacional internacional e internacional potenciando os efeitos multiplicadores
da instalação do Porto Seco”.
Ficam, assim, criadas as condições
para que a Guarda acolha uma das grandes áreas empresariais do país.
Segundo o novo PDM, a estratégia de desenvolvimento
territorial e a visão são sustentadas em quatro eixos de intervenção: melhoria
da qualidade de vida, do bem-estar e da coesão social e territorial;
salvaguarda e valorização do património natural, paisagístico, cultural,
edificado e arqueológico; ordenamento florestal e proteção civil;
competitividade, afirmação e consolidação da posição do concelho da Guarda na
região.





